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ZnIxbzltMmYwMmx1aWY0MTlvOTlucjg1bzYxNTc1NjI1Mjk0 Literatura - Revista Manutenção
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Artigos científicos

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Lei de Hooke disponibilizada pelo Google Books livre de DRM

Engenharia

Objeto de estudo da Física, mais especificamente da Mecânica Clássica, a Resistência dos Materiais (RESMAT) fundamenta-se compulsoriamente na compreensão da Lei de Hooke, que foi elaborada em 1676 e publicada somente dois anos mais tarde, em Londres pelo cientista Inglês Robert Hooke, que descreveu os pormenores do comportamento de deformação elástica e plástica dos materiais em função da tensão perpendicular aplicada a eles, através de um simples ensaio de tração com molas, registrado no livro Lectures de Potentia Restitutiva, or of spring explaining the power of springing bodies, que em português significa Aulas de Tensão Restauradora, ou da mola demonstrando o poder de elasticidade dos corpos.

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O cenário econômico competitivo, resultado da globalização, força as empresas a enfrentarem desafios diários com relação à custo, qualidade e agilidade. À vista disso, as organizações buscam melhorias em seus processos e na sua gestão, para que, além de aumentar sua produtividade hoje, esteja preparada para diferentes cenários do mercado amanhã. Nesse contexto, esta pesquisa apresenta a ideia de que a Manutenção Autônoma, alinhada com as práticas da Manufatura Enxuta, pode ser uma solução para o aumento da produtividade, eficiência e eliminação de desperdícios. O presente trabalho tem como objetivo, através da pesquisa de estudo de caso em uma empresa da indústria de alimentos e o embasamento teórico da literatura, consolidar recomendações para implantação da Manutenção Autônoma que permita auxiliar organizações de diferentes segmentos. O trabalho limita-se às etapas de planejamento e implantação do programa, e ainda propõe uma nova ferramenta, com a finalidade de tornar o programa mais sólido. No sentido de aumentar a eficiência e produtividade das organizações, conclui-se que a Manutenção Autônoma apresenta-se como solução sem grandes investimentos, e sim, por meio das práticas da Manufatura Enxuta com recursos internos e pensamento de médio e longo prazo.

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Várias estratégias de manutenção são empregadas nos complexos industriais, tendo, como destaque, modelos de gestão que buscam ações preventivas, como TPM (Total Productive Maintenance), RCM (Reliability Centered Maintenance), e outras preventivas baseadas na condição, no tempo, em paradas, dentre outras. Ao aprofundar este tema, tanto do ponto de vista do planejamento quanto da aplicação, percebe-se que o grande desafio para otimização do custo dessas estratégias está em “o que fazer” e “quando fazer”; ou seja, qual escopo e com que periodicidade. Observa-se, no contexto industrial, que há conhecimento das equipes de manutenção em avaliar o comportamento das falhas, definir a vida útil dos principais sistemas que compõem os processos, programar todas as necessidades de reparo e controlar as paradas de um processo. Contudo, percebe-se que há limites em relação à previsão de periodicidade ótima, devido à grande complexidade de combinações possíveis de escopo e momento ideal para a parada de um processo. Esta percepção motivou o presente estudo, para o qual se traçou o objetivo de desenvolver um modelo matemático que otimizasse os custos de manutenção, por meio do estudo da vida útil dos sistemas, fundamentados pelo uso, tempo, condição e custos. A modelagem matemática utilizada foi implementada computacionalmente por meio do MATLAB®. Assim, foi possível analisar o comportamento das variáveis envolvidas na otimização da periodicidade, o custo residual por troca prematura, a periodicidade ótima, o escopo, os custos com manutenção corretiva/preventiva, o tempo de parada de processo e a identificação dos sistemas significativos para aplicação de projeto e para dimensionamento da vida útil dentro do conceito RCM. Para aplicar o modelo, foi desenvolvida uma metodologia que auxilia o usuário durante as simulações com a utilização da ferramenta computacional. A análise foi aplicada numa empresa da indústria cerâmica de grande porte, composta de mais de 43 processos com 5.000 ativos. Para as simulações foram utilizadas linhas de processo contínuo e equipamentos; contudo, a sistemática poderá ser utilizada em empresas de outros setores industriais.

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No presente trabalho foi desenvolvido e avaliado um protótipo de equipamento de análise de vibração de baixo custo, incluindo o micro controlador Arduino Due, e acelerômetros da nova tecnologia de micro máquinas MEMS, visando os requerimentos mínimos estabelecidos num programa de Manutenção Preditiva padrão. O Arduino Due é a última versão dos micro controladores Arduino e permite a comunicação entre o acelerômetro e o computador, já que incorpora os protocolos de comunicação SPI e USB. O acelerômetro digital MEMS é o elemento fundamental do protótipo, considerando a sua natureza capacitiva e custo muito inferior ao sensor piezo elétrico padrão, torna-se uma alternativa no desenvolvimento do protótipo. A avaliação do protótipo foi realizada em laboratório e em campo, mas, mostra diferenças consideráveis ao ser comparado com o equipamento de análise do laboratório. As principais deficiências do protótipo são instabilidade nas medições ou medições diferentes em dias diferentes, os espectros de frequências apresentam variações de amplitude e impossibilidade de realizar uma análise em tempo real. Mesmo assim, deve-se lembrar que os elementos selecionados para o desenvolvimento do protótipo são os mais econômicos do mercado, e portanto, um aumento na qualidade pode incidir favoravelmente nos resultados das medições em futuras pesquisas.

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A manutenção do ativo Brasil após o ensaio neodesenvolvimentista

A manutenção do ativo Brasil após o ensaio neodesenvolvimentista

Janeiro / 2018 - Quais são as perspectivas para o Brasil, após ensaio neodesenvolvimentista, interrompido pelo anacrônico neoliberalismo e sob influência neoimperialista?

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Artigos técnicos

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(JW Engenharia) Vamos aprender a calcular e também quais são os materiais mais indicados para fazer uma emenda de correia a frio. Os transportadores de correia são elementos vitais para a produção. Por isso, quando se realiza uma emenda em campo, é preciso atenção a fatores como comprimento da emenda, ferramentas adequadas, cola correta, limpeza das lonas, tempo de cura etc.

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(Via BRUNO SILVA) Uma das metas importantes à bordo é deixar a embarcação com o maior índice “pronto a operar”, então, cumprir uma OM (Ordem de manutenção) com segurança e eficiência, garante o máximo de vida útil e disponibilidade do equipamento.

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(Via Starrett) O PowerCalc foi desenvolvido pela Starrett para ajudar os profissionais na compra, utilização e obtenção de resultados. Já pensou em ter todas as especificações de um produto e comprá-lo com segurança, sem o risco de errar? É justamente com essa finalidade que a Starrett, uma das maiores fabricantes de serras, ferramentas e instrumentos de medição do mundo, oferece ao mercado com o sistema PowerCalc. O programa possibilita que o cliente consulte e tenha especificações completas das serras Starrett, oferecendo posteriormente o modelo ideal para cada tipo de serviço.

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(IGUS) A Esteira porta cabos E2.10 possui um design interior amigável ao cabo e é montada de forma rápida e fácil, graças ao abridor de Esteiras porta cabos.

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 O universo da iluminação LED oferece diversas opções específicas para cada necessidade. No caso das indústrias, que geralmente possuem espaços amplos e que precisam ser bem iluminados, a melhor solução é a Luminária industrial High bay. 

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(BRLUX) Conseguir usar melhor os recursos disponíveis é uma das formas mais eficazes de cortar custos e melhorar o faturamento dos negócios. Por isso, reduzir o consumo de energia em empresas tem se tornado um objetivo cada vez mais recorrente.

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 (ENGETAG)  Manutenção Preventiva

 A manutenção preventiva é um tipo de manutenção essencial e faz parte da estratégia de operação de qualquer empresa. 

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Por Rafael Herrera

(ENGETAG) Em tempos de preparar o orçamento para o próximo ano, por que não tentar um tiro certo e buscar um salto de desempenho de curto prazo na gestão de manutenção de sua empresa?

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Por Rafael Herrera

(Engetag) O Brasil é um campeão na geração de energia limpa. Segundo informações da Aneel, usinas hidrelétricas,pequenas centrais hidrelétricas e parques eólicos são responsáveis por mais de 70% da energia gerada no país, em aproximadamente 2.000 empreendimentos.

No caso de hidrelétricas, aproveita-se o potencial hidráulico existente em um curso de rio, utilizando desníveisnaturais como quedas d’água ou provocando desvios do curso original do rio, dessa forma criando lagos reservatórios controlados por meio de barragens.

Não é difícil de imaginar que as hidrelétricas em sua maioria são localizadas em áreas remotas, distantes de cidades estruturadas, com acesso por vias não pavimentadas. Nas usinas se desenvolve uma operação robusta contando com turbinas, geradores, subestação, comportas, etc., demandando uma série de procedimentos cuidadosos para proteger o meio ambiente e comunidades mais próximas. Por exemplo, caso o nível de água do reservatório venha a subir devido a chuvas alguns poucos centímetros acima do nível normal, vai resultar eminundação e aumento desproporcional na área represada com impactos indesejáveis que não podem ocorrer.

O desafio é promover uma operação consistente e segura em regiões com difícil acesso e escassez de recursos. Mas sabemos que desafios estão aí para serem superados. Recentemente fiz um projeto para uma empresa de geração de energia, que só no Brasil possui 42 hidrelétricas, 19 parques eólicos e 4 usinas decogeração a biomassa. O conjunto de soluções adotadas por eles para a operação de suas unidades – todas
distantes de grandes centros – reproduz na prática o conceito e as características da Indústria 4.0.

Cópia Virtual

O modo de operação de cada usina é compartilhado entre local / remoto. A operação remota é a principal e é feita por uma central corporativa de operação e controle. Dessa central uma equipe de operadores comanda e monitoram as usinas.

A central de controle enxerga cada usina como uma cópia virtual, característica da 4.0. Sendo muito bem instrumentada, a usina tem raticamente toda sua operação espelhada on line em fluxogramas e diagramas nos monitores dos operadores da central, além do conjunto de imagens – também on line – da localidade.
Remotamente são monitorados os níveis do reservatório e a jusante das barragens, a posição das comportas,as condições de operação do grupo turbina-gerador, potência sendo gerada, medições de faturamento, etc.,entre outros parâmetros.

E remotamente também são comandados, pela equipe da central de controle, os acionamentos mais importantes, como a movimentação vertical de comportas para ajuste de nível e a regulagem da velocidade das turbinas e potência sendo gerada.

Sistema de Comunicação e Big Data

Cada hidrelétrica conta com um sistema de comunicação projetado para garantir em tempo real a transmissão de dados, voz e imagem em alta velocidade tanto localmente na usina quanto externamente.
O sistema de comunicação permite os comandos e controle remoto da usina pela central de controle corporativa. Trata-se de um volume significativo de informação associada a muitos volumes de dados de medições feitas on line, ou seja, perfil de operação que remete ao termo Big Data, característica da 4.0.
A transmissão externa para a central de controle é feita pro meio de cabos de fibra ótica no núcleo do cabo para-raios das linhas de alta tensão e atende também a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica com a medição de faturamento.
O sistema de comunicação compreende também rede interna de telefonia, comunicação direta de voz (‘hot line’) com a central de controle e sistema de câmeras CFTV.
Em algumas usinas a equipe local faz uso de drones para visualização mais abrangente do que as fornecidas pelas câmeras instaladas.

Competitividade

Ao avaliar os resultados de produtividade, previsibilidade de entrega com qualidade e nível de segurança e proteção obtidos em operações com características da indústria 4.0, é fácil entender o quanto vale a pena investir na aplicação prática do conceito.

No caso aqui comentado: em cada hidrelétrica, em média, trabalham 2 profissionais. Geralmente um profissional é conhecedor de sistemas elétricos e o outro de sistemas mecânicos. Além do acompanhamento in loco, fica a cargo de ambos qualquer intervenção manual que seja necessária, seja por falha de algum acionamento remoto, ou por questão de segurança. Também são responsáveis por quaisquer eventuais reparos emergenciais para continuidade de operação.

Uma equipe corporativa de especialistas de manutenção é disponibilizada para atender as usinas sempre que preciso, atuando como manutenção volante.O modo de operação local / remoto com volume enxuto de recursos empregados resulta em nível de
competitividade diferenciado, muito acima da média.

via Engetag

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Texto: Segunda edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Imagem disponibilizadas por Freepik sob licença grátis com atribuição    
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Calculadora de MTBF

 

TD = Tempo Disponível para a produção/operação no formato decimal.
QF = Quantidade de Falhas (somente manutenção corretiva).

Calculadora de MTTR

 

TP = Tempo Parado para manutenção corretiva no formato decimal.
QF = Quantidade de Falhas (somente manutenção corretiva).

Disponibilidade

 

TD = Tempo Disponível para a produção/operação no formato decimal.
TP = Tempo Parado para manutenção no formato decimal.

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