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(via Bruno Silva) Caros leitores, este post tem o intuito de dialogar sobre algumas considerações e conceitos sobre networking no LinkedIn, de maneira que você possa decidir qual é a melhor estratégia para você adotar.

A primeira coisa que gostaria de comentar é sobre nossas primeiras 500 conexões. Provavelmente você já saiba, mas não custa dizer: os nossos perfis mostram o nosso número exato de conexões de 1º grau até atingirmos 500 conexões. Após a conexão de número 501, o LinkedIn simplesmente menciona em seu perfil a informação “+ de 500”.

Por mais que o LinkedIn seja uma rede social profissional, intuitivamente as pessoas consideram alguém com menos de 500 conexões de 1º grau como sendo um indivíduo sem uma rede de relacionamento sólida ou algo do gênero (por mais que a verdade não seja essa!). É fato que existem exceções, mas praticamente todos aqueles que buscam avançar na carreira, conquistar leads ou parceiros de negócios no LinkedIn deveriam ter por objetivo atingir pelo menos 500 conexões, sem deixar de se conectar com qualidade e estratégia, buscando contatos de sua área de atuação ou seu seguimento de negócio. Normalmente, quanto mais bem relacionadas forem estas conexões, maior será a sua rede e, além disso, mais fácil será para você ser localizado quando alguém fizer uma pesquisa no LinkedIn.

Além disso, alguns headhunters enviam convite de conexão para depois analisar quais as conexões da pessoa, com o intuito de entender se esta possui uma rede de relacionamento importante.

Dunbar strategy
O usuário adepto dessa forma de networking entende que deve possuir apenas conexões estratégicas e com as quais pode manter relacionamento próximo e frequente. Basicamente, esse usuário mantém um número pequeno de conexões, focando-se muito mais em qualidade do que em quantidade.

Muitas vezes, a pessoa que prefere manter um networking estratégico não tem mais de 500 conexões de 1º grau. Algumas entendem que o ideal é terem algo entre 100 e 250 pessoas em sua rede no LinkedIn, pois esta quantidade seria adequada para manterem um contato mais próximo, sendo esse um número de pessoas similar ao número de Dunbar, o qual é uma espécie de limite cognitivo do número de pessoas com as quais uma pessoa é capaz de manter relações sociais estáveis.

É perfeitamente normal que o strategic networker não aceite se conectar com pessoas que não conhece (ou teve pouco contato) ou não têm o perfil aderente à sua rede de relacionamentos.

Open networking
Os usuários que adotam essa forma de networking são comumente chamados de LION, que é um acrônimo para a expressão em inglês LinkedIn Open Networker (ou algo pessoas que fazem networking aberto no LinkedIn).

Esse profissionais acreditam que, para aproveitarem os benefícios do networking profissional e as ferramentas do LinkedIn, precisam se conectar ao maior número de pessoas, mesmo que estas não tenham relação com o mercado em que atuam, com a sua carreira profissional, com o país onde residem etc. Um verdadeiro LION nunca irá rejeitar um convite de conexão recebido no LinkedIn. Essa é uma regra entre os LIONs.

Por isso, é normal ver LIONs que possuem milhares de conexões de 1º grau espalhadas pelo mundo inteiro.

É importante também comentar que o LinkedIn não encoraja os seus usuários a serem LIONs. Um dos próprios fundadores do LinkedIn, o Reid Hoffman, gosta de enfatizar que a rede é para adicionar pessoas que você conhece e se relaciona.

Pense grande e toda máquina a vante! 

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
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DETALHES SOBRE O AUTOR
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Bruno Silva
Nome: Bruno Silva
Website: http://www.revistamanutencao.com.br/
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Chefe de Máquinas


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APRESENTAÇÃO:

Bruno Silva é carioca, nascido em 10 de abril de 1984. Chefe de Máquinas em embarcações mercantes e especialista em soluções digitais e sistemas informatizados de manutenção.

FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Bruno Silva atua nas áreas de Engenharia e Tecnologia há 20 anos, é Chefe de Máquinas em embarcações de apoio à plataformas (Offshore) e apoio portuário, e atualmente é “Chief Engineer” no grupo Wilson, Sons, empresa do segmento marítimo com mais de 180 anos. Bruno é formado em máquinas pela Marinha Mercante, além de ter formações técnicas em Mecânica e Eletrônica. Conselheiro no Instituto Federal Catarinense e Colunista na Revista Manutenção, Bruno Silva ainda conta com certificações oficiais Scrum, Microsoft, ITIL, Bing Ads, Google Ads e Google Analytics. Bruno foi premiado duas vezes no "Mar de Ideias", promovido pelo grupo Wilson, Sons, sendo contemplado pelas ideias inovadoras de baixo custo de implementação e alta eficiência e ganhos.


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