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a2h1dGFkNTlwdXZyOG05b3FyZ3B2MHRqNTUxNTc1NjI1MzA5 Colunas - Opinião - Entrevistas - Revista Manutenção
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Revista Manutenção: Bom dia Rafael é com grande prazer de poder fazer a entrevista contigo. Me chamo Cláudia Diaz e sou Editora-Chefe da Revista Manutenção e irei fazer algumas perguntas para que o Brasil e o mundo conheça um pouco da Engetag.

Rafael Herrera - Bom dia Cláudia, para mim é uma enorme satisfação estar aqui nessa entrevista para que todos conheçam a Engetag.

Revista Manutenção: Como surgiu a Engetag?

Rafael Herrera - No ano de 1999, na ocasião com 15 anos de trabalho como gestor de engenharia, eu percebi que havia oportunidade para atender o mercado em duas frentes das quais eu gostava muito e já tinha boa experiência – gestão da manutenção e gerenciamento de projetos – e decidi me preparar para passar de contratante a contratado e me tornar um fornecedor de serviços especializado. 

Iniciamos a Engetag em 2001, em Sorocaba, SP, e a primeira oportunidade foi um projeto de nova fábrica de maioneses, desde o projeto básico até o comissionamento, em São Paulo, no bairro do Ipiranga. Passados alguns meses, fomos contratados para gerenciar uma obra de adequação de um prédio para tornar-se um hospital na Vila Maria. E assim seguimos. Desde então somamos em torno de 80 empresas atendidas, entre fábricas de diversos portes, terminais portuários, galpões logísticos, centros comerciais, de escritórios, escolas, supermercados, condomínios, etc.

No início deste ano, para melhor atender à demanda de serviços de engenharia em terminais portuários, abrimos escritório em Santos, SP.

Revista Manutenção: Quais os princípios de trabalho da Engetag ?

Rafael Herrera - A Engetag é uma empresa de engenharia consultiva independente e sem participação societária com outras empresas de produtos e serviços. Nossa Missão é desenvolver para nossos Clientes soluções assertivas, inovadoras, de alto valor agregado e sempre sob medida, customizadas Cliente por Cliente. Procuramos sempre “resolver simplificando e não agregando complexidade”.
Nossa Visão é sermos cada vez mais reconhecidos como uma empresa de serviços que apresenta ótima relação custo x benefício para nossos Clientes, com resultados rápidos, positivos e sustentáveis no longo prazo.

Revista Manutenção: Qual o portfólio de serviços da Engetag ?

Rafael Herrera - Nós atendemos serviços de apoio à Gestão da Manutenção, Gerenciamento de Obras e Projetos, soluções projetos para Sistemas de Águas e Efluentes, Infraestrutura Predial, Sistemas Elétricos e estudos de Due Diligence.

Revista Manutenção: Quais as maiores mudanças em gestão da manutenção que você pode destacar nesses últimos anos ?

Rafael Herrera - Eu entendo que a maior mudança foi na assimilação e aplicação da metodologia RCM – Manutenção Centrada em Confiabilidade. O tema apareceu para valer nos anos 90 e atualmente é de conhecimento da maioria dos gestores de manutenção. Muitas empresas hoje em dia têm seus ativos críticos bem identificados e com estratégias de manutenção definidas para os mesmos.
Outras mudanças que posso destacar: a aplicação de manutenção preditiva técnica, o uso do indicador OEE para medição de desempenho, a utilização de sistemas informatizados de manutenção, a terceirização de recursos especialistas substituindo quadros internos, etc.

Revista Manutenção: Quais os serviços mais solicitados em gestão da manutenção ?

Rafael Herrera - Até alguns anos atrás, o serviço mais solicitado era elaborar, por meio de um diagnóstico bem feito, um plano de recomendações para adequar a gestão da manutenção da empresa para o mais perto possível de uma gestão ‘classe mundial’. Consiste em identificamos os gaps entre os processos de manutenção vigentes na empresa e as melhores práticas. E a partir desse estudo elaboramos um mapa de recomendações para resolver os gaps identificados, considerando o que deve ser feito, a complexidade de cada recomendação, o prazo e o custo previsto para sua implementação.

Hoje em dia a solicitação mais frequente é de apoio para a recomendação mais comum e sem dúvida a mais importante, que é a avaliação de criticidade dos ativos e combinado com um novo orçamento físico-financeiro. Parte desse trabalho é redefinir os planos de manutenção dos equipamentos.Outros serviços em manutenção são relacionados à gestão de materiais técnicos, aplicação prática do conceito de manutenção autônoma e implantação de sistemas informatizados.

Revista Manutenção: O que realmente importa para uma empresa melhorar sua gestão da manutenção?

Rafael Herrera - Entendo que a combinação de um modelo de gestão da manutenção bem feito e o comprometimento dos setores envolvidos em sua implantação é o que realmente importa para um salto de desempenho na manutenção da empresa.

Um novo modelo de gestão repleto de melhorias é o ponto de partida e tem que ser feito. Um modelo consistente com novos planos de manutenção, contando com estratégias adequadas para os equipamentos críticos, um novo orçamento, a gestão de desempenho com indicadores e metas bem definidos, etc. O nome já diz tudo: modelos e padrões devem existir para serem seguidos. É a ‘inspiração’ para seguir em frente.

Desenvolver um modelo de gestão da manutenção não é uma tarefa tão difícil assim. Em algumas semanas ou meses já está pronto e disponível. Mas ao mesmo tempo em que o modelo é inspiração, coloca-lo em prática implica em doses de ‘transpiração’. Traduzindo: estamos falando de mudanças, e mudanças raramente são unânimes. É bom ter em mente que a força de uma corrente é a força de seu elo mais fraco. Outros setores envolvidos devem estar comprometidos com a nova realidade: a Supervisão de campo, o Time de Mantenedores, os setores de PCM, Compras, Almoxarifado, etc.

Revista Manutenção: O que tem de novo na gestão da manutenção?

Rafael Herrera - Muitas empresas estão procurando modernizar seus processos de manutenção com uso das tecnologias da Indústria 4.0, especialmente as atividades de manutenção preditiva. Temos feito estudos diagnósticos seguidos de planos de recomendação de adequações a serem feitas.
Muitas vezes os projetos não são tão caros para serem implantados. Pode ser feito em etapas e trata-se em geral de melhorar a instrumentação utilizando as tecnologias já à disposição no mercado. Os benefícios são enormes em produtividade e redução de custos. A Indústria 4.0 está chegando com tudo e a modernização de processos é mesmo uma tendência para os próximos anos.

Revista Manutenção: Comente alguns casos de modernização.

Rafael Herrera - Existem inúmeros exemplos. Imagine uma fábrica ou terminal portuário, o ganho em substituir as rotinas atuais dos mantenedores na execução de manutenção preditiva como por ex. análise de vibração em equipamentos rotativos ou medição termográfica em sistemas elétricos, por sistemas sensorizados de monitoramento, com resultados disponíveis online nas salas de controle e nos celulares dos gestores;

Segundo, a utilização de softwares que podem predizer presença de falha no equipamento sendo medido e, além de indicar o problema on line, pode comandar automaticamente uma alteração de rotação, um comando de válvula ou um aumento no fluxo de água de resfriamento.Também por meio de softwares adequados, indicadores de desempenho como o OEE podem estar visíveis em painéis eletrônicos tanto no meio da fábrica como nos celulares dos gestores.E muitos outros casos.

Hoje em dia muitos condomínios residenciais estão adaptando sua portarias para serem comandadas remotamente, combinando enorme melhoria na segurança do prédio com economias significativas.

Revista Manutenção: Contratar consultoria técnica é caro?

Rafael Herrera - Absolutamente não. Isso é mito. O gestor contratante vai ficar satisfeito sempre que comparar o ganho com os resultados de uma consultoria bem feita com o investimento que fez para contratar esse apoio.

Eu entendo que o preço de consultoria vai variar em função do entendimento do escopo do que está sendo contratado. Ou seja, quanto mais preciso for o escopo, mais assertivo será precificado o serviço.

No nosso caso, por exemplo, temos como regra não cobrarmos pelo trabalho inicial de diagnóstico e plano de recomendações, se o cliente se comprometer em contar conosco para fornecer apoio na implantação.

Revista Manutenção: Rafael, gostaria de agradecer sua participação no nosso novo quadro, Cláudia - Entrevista. Muito obrigada.

Rafael Herrera - Eu agradeço o convite para esta entrevista. Para mim foi uma satisfação e estou sempre à disposição na ENGETAG

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Foto Rafael Herrera disponibilizada por ENGETAG sob licença grátis com atribuição  
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Revista Manutenção: Boa tarde João é com grande prazer e agradecemos a oportunidade de poder fazer a entrevista contigo. Me chamo Cláudia Diaz e sou Editora-Chefe da Revista Manutenção e irei fazer algumas perguntas para que o Brasil e o mundo conheça um pouco da Tagout.

João Tosmann - Boa tarde Cláudia, fico feliz de poder estar contribuindo e divulgando nossa marca na Revista Manutenção e contando um pouco sobre nós.

Revista Manutenção: Como surgiu a Tagout ?

João Tosmann - A empresa Tagout surgiu através de uma grande pesquisa de mercado no segmento de segurança do trabalho na área de engenharia elétrica. Identificamos que existia a oportunidade de investimentos em Lockout / Tagout ou bloqueio e etiquetagem no Brasil.

Revista Manutenção: Como os produtos de proteção coletiva auxiliam no setor industrial ?

João Tosmann - A proteção coletiva é de grande valor nas industrias pois evitam acidentes que podem ser evitados facilmente. As sinalizações industriais do chão de fábrica, áreas de trabalho limpas e organizadas, os equipamentos bem identificados são exemplos de como podem evitar acidentes.

Revista Manutenção: Como os produtos da empresa podem ajudar no setor da manutenção ?

João Tosmann - Os produtos de bloqueio e etiquetagem são em grande parte utilizados pela área de manutenção das indústrias. Os profissionais de manutenção são os que mais apresentam risco de acidente por energização inesperada nos equipamentos. Isso pelo fato de eles trabalharem com os equipamentos parados/desligados e com risco de alguém desavisado religar sem autorização. Neste sentido, os profissionais de manutenção são os mais beneficiados.

Revista Manutenção: Quais a vantagens de usar os produtos Tagout ?

João Tosmann - Temos uma linha completa de produtos para uso no bloqueio elétrico e mecânico (válvulas). Nossos produtos são projetado e produzidos no Brasil. Por isso, temos um grande estoque para atender nossos clientes. Temos um ótimo preço comparado a concorrência e nossa qualidade é excelente.

Revista Manutenção: Como é aceito estes produtos pelos engenheiros, designers de peças, segurança do trabalho, líderes e trabalhadores na indústria ?

João Tosmann - Os produtos Tagout tem ótima aceitação no mercado nacional. Temos um suporte muito bom de engenharia para implantação do PCEP (Programa de Controle de Energias Perigosas). Vamos até sua empresa ou podemos fazer reuniões por vídeo conferência para dar instruções e planejamento de elaboração de procedimentos e instruções de trabalho. Tudo muito detalhado. Com treinamentos e auditoria periódicas.

Revista Manutenção: Qual a finalidade do bloqueio elétrico Tagout ?

João Tosmann - Grande parte dos equipamentos possuem alimentação elétrica entre as fontes de energia. A energia elétrica controla as partes de potência (motores elétricos, resistências elétricas, etc...) e as partes eletrônicas (CLP’s, IHM’s, etc...). diante deste senário, a Tagout possui diversos dispositivos para o bloqueio elétrico. Grande parte deles são feitos de plásticos para evitar choques elétrico e arco voltaico. Entre em nosso site e confira www.tagout.com.br .

Revista Manutenção: Como surgiu a idéia de personalização dos produtos da empresa ?

João Tosmann - A ideia de personalização veio das solicitações de nossos clientes. A primeira e mais comum personalização foi a impressão de numeração em nossos produtos, facilitando o reconhecimento pelos clientes. É muito comum os clientes solicitarem a numeração dos cadeados Tagout no corpo e na chave. Nossos cadeados são de plástico resistentes e coloridos e ainda podem ser personalizados com esquema de chaves diferentes, chaves iguais ou chaves mestras. Fazemos muito também a impressão do logo dos clientes nos cadeados. Outro item muito personalizado são as etiquetas. Estas podem conter fotos dos colaboradores, numeração, logo da empresa, etc...

Revista Manutenção: Os produtos Tagout atendem as normas de segurança, poderia citar algumas ?

João Tosmann - Os dispositivos Tagout atendem as normas NR 10, NR 12 e NR 33.

Revista Manutenção: João, gostaria de agradecer sua participação no nosso novo quadro, Cláudia - Entrevista. Muito obrigada.

João Tosmann - Cláudia eu que agradeço em participar. Até! 

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Foto João Tosmann disponibilizada por Tagout sob licença grátis com atribuição 
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As buchas de plástico podem substituir as metálicas?

Há muito tempo os materiais metálicos são escolhidos para buchas e mancais. Mas a igus® do Brasil vem produzindo buchas de plástico por anos e diversos engenheiros comprovam com muitas informações seus benefícios.

Marcio Marques, Gerente de produtos para buchas e mancais dry-tech da igus®, nos dá uma visão geral sobre as buchas em polímero de engenharia, como elas se comparam às versões metálicas e as vantagens dos plásticos.

Como as buchas de plástico e metal se comparam em termos de custo e desempenho?

De um modo geral, em termos de custo as buchas feitas de plástico são muito similares às buchas feitas de metal. Se compararmos as buchas de plástico com as buchas metálicas simples, os preços típicos por peça são muito parecidos. No entanto, as buchas em plástico eliminam qualquer necessidade de manutenção e lubrificação constante. Assim, ao longo da vida útil da bucha, os rolamentos de plástico autolubrificantes são mais econômicos.

Para comparações de desempenho, precisamos olhar para um plástico simples e um plástico composto. Por exemplo, em muitos casos, os plásticos simples não oferecem a mesma resistência ao desgaste ou resistência ao composto, por isso é difícil compará-los com buchas metálicas. Os plásticos compostos, por outro lado, geralmente mantêm um ótimo desempenho e custo-benefício contra as concorrentes metálicas.

Existem aplicações que as buchas de plástico podem manipular e as metálicas não podem?

Os plásticos são excelentes em aplicações onde pode haver atrito ou impacto por cargas e movimentos, pois são inerentemente mais elásticos. Por exemplo, entre nossos plásticos de buchas, temos alguns que são muito elásticos e alguns menos, e ambos podem absorver choques e vibrações. A linha é bem extensa e atende as mais diversas aplicações e necessidades.

Os plásticos também melhoram em aplicações onde há exposição à umidade ou a bucha estará completamente submersa. As buchas de plástico são resistentes à corrosão e vários plásticos compostos têm mínima ondulação.

Aplicações onde o peso pode ser uma preocupação também favorecem as soluções em plásticos. Como nos setores automotivo, de bicicletas, veículos esportivos e interiores de aeronaves. Esses são só alguns exemplos, mas atualmente atendemos praticamente todas as indústrias e setores de atuação. É muito difícil encontrar uma aplicação onde as buchas em polímero não atendam e superem as expectativas.

Em aplicações com grande quantidade de sujeira e poeira, o uso das buchas de plástico também pode ser extremamente benéfico. A sujeira e a poeira podem arranhar e danificar os revestimentos metálicos, causando danos à bucha consequentemente o desgaste prematuro. Este tipo de ambiente também causará problemas para uma bucha de bronze lubrificada, uma vez que a sujeira e a poeira podem ficar presas com o lubrificante, causando comprometimento ou travamento do sistema, bem como desgaste prematuro da bucha.

As buchas de plástico também podem oferecer conformidade com a certificação FDA com algumas combinações e também contam com padrões compatíveis com a RoHS, o que a maioria das buchas metálicas não conseguem atender.

Existem vantagens desconhecidas ou pouco conhecidas sobre as buchas de plástico?

As buchas de plástico oferecem muitas vantagens (algumas mencionadas acima), porém ainda sofrem preconceito. Estamos tentando quebrar esse paradigma e demonstrar quão melhor essa solução é quando comparada com as metálicas. Mas muitas vezes, as pessoas não percebem que, devido à grande variedade de misturas de plástico composto, existem materiais de buchas com características extremamente resistentes e que possuem propriedades impressionantes como resistência a temperaturas extremas (250°C de longo prazo e aproximando 315°C para exposições de curto prazo).

Quais são as vantagens da capacidade de pedir buchas de polímero em várias cores?

A cor nem sempre é uma preocupação. Mas para alguns clientes, pode ser importante "esconder" o rolamento quando a estética é importante. Além disso, tivemos muitos clientes nas indústrias de embalagens que desejam componentes em cores que são detectáveis e destacam-se. Essa é a principal razão pela qual temos três materiais voltados para a indústria alimentar que são azuis.

Por que alguns engenheiros, designers e compradores dizem que não podem ou não vão usar buchas de plástico?

Muita coisa é questão de percepção. Para aqueles que estão familiarizados com o padrão da indústria anterior (buchas de metal), eles acreditam que o metal é mais forte. Parece mais forte e é um material que as pessoas associam à força. Dito isto, é comum subestimar a força dos plásticos compostos e suas habilidades. Conforme mencionado anteriormente, as buchas de plástico, graças à sua elasticidade, podem suportar altas cargas, fortes choques e impactos que podem quebrar as buchas metálicas. Além disso possuem muitas outras vantagens técnicas que promovem redução de custo e uma vida útil mais longa.

Como está sendo a aceitação dessa nova tecnologia aqui no Brasil?

Tenho ouvido dos meus colegas que as buchas de plástico enfrentam os mesmos desafios em todos os lugares. No geral, a maioria das pessoas tem uma tendência maior em acreditar que o metal é melhor. Nos últimos anos, houve uma ligeira mudança na percepção. A maioria ainda sente que uma bucha ou um mancal metálico é melhor, mas há mais pessoas começando a descobrir as capacidades dos plásticos. As pessoas também estão mais dispostas a testar, uma vez que conhecem os benefícios que elas trazem, passam a aplica-las em todos os seus projetos seguintes.

O que será necessário para convencer os designers de que as buchas de plástico podem melhorar os projetos, reduzir custos e peso e ao mesmo tempo atender aos requisitos para muitas aplicações?

Desejamos ansiosamente provar para as pessoas que o plástico não só funcionará, mas muitas vezes funcionará melhor e apresentará um desempenho com muito mais ganho, seja com o aumento da produtividade ou com a redução de custos de manutenção e lubrificação. Para fazer isso, oferecemos amostras grátis para testes e podemos até testar as soluções nas aplicações deles. Além disso, temos um sistema de especialistas on-line que consegue demonstrar o desempenho dos produtos de acordo com a aplicação, é só inserir seus dados que ele já mostra uma vida útil aproximada de cada peça de acordo com a necessidade de aplicação. Essas ferramentas levam em conta todos os testes já realizados para cada material em diferentes condições de aplicação e em diferentes eixos. E com isso, podemos dizer-lhes o número de horas que a bucha durará em suas aplicações. Nós também sempre estamos à disposição para realizar visitas gratuitas para analisar e entender as necessidades do cliente.

As buchas de material plástico iglidur® são uma mistura homogênea de polímeros base, fortalecimento de fibras, e lubrificantes sólidos que fazem o coeficiente de atrito permanecer constante durante a totalidade da vida útil da bucha.

Uma cópia em inteiro teor desta entrevista pode ser visualizada através do LINK abaixo.
Somente ASSINANTES da Revista Manutenção podem BAIXAR o arquivo e a assinatura é gratuita. ASSINAR

via IGUS
igus

 

Texto: Primeira edição publicada na Revista Manutenção sob licença Creative Commons  Licença Creative Commons
Imagens: As imagens possuem licenças específicas, consulte as respectivas legendas
Capa disponibilizada pela IGUS via Press Release sob licença Creative Commons BY-SA 
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