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NWNudGEzdXI3a2dzcnE4bjI4ZDNqOGZlaTUxNTc1NjI1MzE2 Colunas - Editorial - Conjuntura - Revista Manutenção
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(Bresser-Pereira) A economia brasileira, que cresceu de maneira extraordinária entre 1950 e 1980, está quase estagnada desde então. Enquanto crescia 4,55% ao ano naquele período, cresce desde então apenas 0,9% ao ano. A mesma semiestagnação pode ser observada quando comparamos o crescimento nesse mesmo período com os demais países em desenvolvimento, que foi de 3,05 e o dos países ricos, de 1,7% ao ano. Além de deixar de realizar o catching up, o Brasil está ficando para trás em relação aos países menos desenvolvidos.

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(Comunicação Conectada) Um ano e cinco meses depois da Reforma Trabalhista trabalhadores vivem desburocratização de um lado e precarização do outro. No segundo 1º de Maio (Dia do Trabalhador) pós projeto o mercado está menos burocrático e viu os processos trabalhistas caírem vertiginosamente, por exemplo. Contudo, as novas leis não foram suficientes para gerar a quantidade de empregos que os brasileiros esperavam e tornaram mais precárias algumas formas de trabalho.

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(BdF) Estatal venderá metade de suas refinarias a partir de junho; trabalhadores e especialistas analisam impactos. A venda de metade das refinarias da Petrobras, a partir do segundo semestre, deve agravar os problemas que Bolsonaro (PSL) diz combater. Essa é a posição da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) sobre a medida, anunciada pela estatal no início da semana.

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Neste período de transição, que ainda está longe de terminar ou de chegar a bom termo, é indiscutível a retomada da hegemonia americana. O que não se sabe é a viabilidade dos EUA se transformarem, de forma estável, numa economia cêntrica a partir da qual o mundo seria reorganizado por uma nova geografia econômica e política”. Maria da Conceição Tavares, “A retomada da hegemonia norte-americana”, 1985.

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